NORMAS
Todos os Equipamentos de Proteção Individual, bem como os produtos de sinalização, comercializados pela ANADOLU, estão em conformidade com as Diretivas Europeias nº 89/686/CEE e 92/58/CEE, respetivamente.
  • PROTEÇÃO DA CABEÇA
      Os Equipamentos de Proteção da Cabeça, têm como principal função resguardar o crânio das agressões externas durante a execução dos trabalhos. A sua correta utilização evitará choques resultantes de possíveis quedas de objetos, de impactos da cabeça contra um obstáculo ou de factores agressivos, tais como: elétricos, ácidos e proteções incandescentes.

      Este tipo de equipamento pode ser do Tipo I ou Tipo II, sendo ambos constituídos pelo Casco (parte exterior resistente que inclui calota, pala e aba) e pelo Arnês (conjunto de elementos que absorvem a energia transmitida pelo choque). Os Equipamentos de Proteção da Cabeça de Tipo I são recomendados para trabalhos de construção civil em geral, sendo os do Tipo II mais aconselhados para trabalhos de escavações em galerias ou em trabalhos cujo risco de queda de objetos possa ser maior.

      As normas europeias aplicáveis a esta categoria de EPI:

    • CE EN 397
      Capacete de proteção para a indústria


    • CE EN 443
      Capacetes para bombeiros


    • CE EN 812
      Bonés de proteção para a indústria


  • PROTEÇÃO AUDITIVA
      Os protetores auditivos devem ser utilizados sempre que um trabalho seja realizado num meio de ruído intenso e prolongado, de forma a minimizar reflexos nocivos sobre o aparelho auditivo, o cansaço, a irritação, bem como outros problemas do foro psicológico.

      Os protetores auditivos podem ser Auriculares ou Tampões, existindo também protetores auditivos com capacidade para acoplamento ao capacete.

      As normas europeias aplicáveis a esta categoria de EPI:

    • CE EN 352-1
      Requisitos gerais – protectores auriculares


    • CE EN 352-2
      Requisitos gerais – tampões auditivos


    • CE EN 352-3
      Requisitos gerais – protetor auricular montado num capacete de proteção para a indústria


  • PROTEÇÃO DOS OLHOS E FACE
      As proteções oculares e faciais tais como: óculos, viseiras faciais, máscaras para soldadores, etc, deverão ser utilizados em trabalhos onde existe o risco de:
    • Projecção de partículas metálicas ou não, provenientes de ferramentas ou de peças trabalhadas;


    • Projeção de poeiras, provocadas por ação de correntes de ar, vento e operações de polimento;


    • Partículas de tinta, líquidos corrosivos, reboco projetado, argamassa e ainda metal em fusão durante as operações de     de proteção de soldadura;



    • Ação de gases e vapores provocados pelo manuseamento de produtos químicos e por fumos produzidos durante as operações de soldadura.




    • A escolha desta categoria de EPI deverá ser feita de forma criteriosa e em função dos riscos associados à execução de cada tipo de trabalho. Contudo, deverá ter-se presente que os EPI 'sutilizados na proteção dos olhos e da face devem:
    • Restringir o menos possível o campo visual e a visão do utilizador;


    • Possuir um grau de neutralidade ótica compatível com a natureza das atividades mais ou menos minuciosas e/ou prolongadas do utilizador;



    • Estar dotados de dispositivos que permitem evitar a formação de embaciamento;


    • Ser compatíveis com a utilização de óculos ou lentes de contato de correção.



    • As normas europeias aplicáveis a esta categoria de EPI:
    • CE EN 166
      Proteção individual dos olhos - vocabulário


    • CE EN 169
      Filtros para a soldadura e técnicas afins – requisitos de transmissão e recomendações de uso



    • CE EN 175
      Equipamento de proteção dos olhos e da face para trabalhos de soldadura e processos afins


  • PROTEÇÃO DAS VIAS RESPIRATÓRIAS
      Os EPI's destinados à proteção das vias respiratórias devem permitir fornecer ar respirável ao utilizador quando este estiver exposto a uma atmosfera poluída e/ou com uma concentração de oxigénio insuficiente.
      Os materiais constitutivos e outros componentes destes tipos de EPI devem ser escolhidos / concebidos e montados de modo a que a função e a higiene respiratória do utilizador seja assegurada de forma adequada durante o período de utilização.

      Os EPI's desta categoria podem ser classificados em anti aerossóis ou anti gases. Os filtros anti aerossóis são constituídos por uma máscara de contato, cuja duração está relacionada com o grau de poeira e com o ritmo de respiração do utilizador, e podem ser: Semi máscara – cobre o nariz, a boca e o queixo; Máscara completa – protege toda a face. Os filtros anti gases podem ser constituídos por peça facial completa ou por uma semi máscara equipada com um ou mais elementos filtrantes. São considerados filtros anti gases, aqueles que têm por objetivo reter gases e vapores específicos. Os filtros destinados a reter as partículas sólidas e/ou líquidas e simultaneamente gases e vapores específicos são designados de filtros mistos. Este tipo de filtros deverá ser utilizado sempre que o teor de oxigénio for igual ou superior a 17%.

      As normas europeias aplicáveis a esta categoria de EPI:
    • CE EN 136
      Máscaras completas - características, ensaios e marcação


    • CE EN 140
      Semi-máscaras e quartos de máscara - requisitos, ensaios e marcação



    • CE EN 143
      Filtros de partículas - requisitos, ensaios e marcação


    • CE EN 149
      Semi-máscaras filtrantes de partículas - requisitos, ensaios e marcação



    • CE EN 405
      Semi-máscaras filtrantes com válvula de gases ou gases de partículas - requisitos, ensaios e marcação



    • CE EN 14387
      Filtros anti-gás e filtros combinados - requisitos, ensaios e marcação


  • PROTEÇÃO DE MÃOS E BRAÇOS
      A proteção das mãos e dos braços deverá ser efetuada através do uso de luvas especiais, de forma e materiais adequados, em trabalhos que apresentem risco de corte, abrasão, queimadura, corrosão das mãos, manipulação de substâncias tóxicas, irritantes ou infetantes.

      Os EPI's desta categoria devem ser selecionados de acordo com o tipo de tarefa a desempenhar e as suas características, as características do utilizador (tamanho da mão) e a marcação existente no equipamento e embalagem.

      As normas europeias aplicáveis a esta categoria de EPI:
    • CE EN 374-1
      Luvas de proteção contra os produtos químicos - terminologia e requisitos



    • CE EN 374-2
      Luvas de proteção contra os produtos químicos e micro-organismos - determinação da resistência à penetração



    • CE EN 374-3
      Luvas de proteção contra os produtos químicos e micro-organismos - determinação da resistência à penetração dos produtos químicos




    • CE EN 407
      Luvas de proteção contra riscos térmicos (calor e/ou fogo)


    • CE EN 420
      Luvas de proteção - requisitos gerais e métodos de ensaio


    • CE EN 511
      Luvas de proteção contra o frio


    • CE EN 659
      Luvas de proteção para bombeiros


    • EN ISO 10819
      Vibração e choques mecânicos - vibração mão e braço. Método para medição e a avaliação da transmissibilidade da vibração das luvas na palma da mão




    • CE EN 12477
      Luvas de proteção para soldadores


  • PROTEÇÃO DOS PÉS E PERNAS
      Para garantir a proteção dos membros inferiores, deve utilizar-se calçado confortável, resistente e adequado à natureza do risco. Esta proteção poderá ser efetuada através de:
    • Sapatos
      Utilizados para resguardar o pé abaixo do artelho;


    • Bota
      Utilizada para resguardar o pé e a parte da perna a nível do artelho;



    • Botim
      Utilizado para resguardar o pé e a parte da perna acima do artelho;




    • Este tipo de EPI pode ser classificado como do Tipo I e Tipo II, sendo que:
    • Calçado de segurança
      Quando a biqueira de aço tem a capacidade de proteção contra 200J de energia de impacto;



    • Calçado de proteção
      Quando a biqueira de aço tem a capacidade de proteção contra 100J de energia de impacto;



    • Calçado de trabalho
      Quando não possui biqueira de aço.



    • O calçado de segurança é constituído por vários componentes, tais como:
    • Biqueira de proteção
      Peça incorporada na parte frontal do calçado, geralmente de aço, que permite garantir proteção mecânica da zona dos dedos;




    • Contraforte
      Reforço interior na zona do calcanhar;


    • Gáspea
      Parte do calçado acima da sola que cobre a parte central do pé;



    • Sola
      Conjunto de peças que formam a parte inferior do calçado. A sola pode ser constituída por diferentes tipos de matérias e deve satisfazer um conjunto de exigências básicas tais como:





    • Perfuração total
      Deve ser superior a 1100 N;


    • Resistência sola - cano
      Deve ser superior a 4,0 N/m;


    • Resistência elétrica
      Para calçado anti estático (100K e 1000K);
      para calçado condutor (resistência elétrica inferior a 100K);



    • Resistência térmica
      Isolamento ao calor e ao frio;




    • Absorção de energia
      Na zona de assentamento do calçado;



    • Características anti-derrapantes
      De modo a que o trabalhador não corra riscos de queda por escorregamento.




    • Palmilha de proteção
      Peça incorporada na sola para eliminar a ação de elementos perfurantes;



    • Rasto anti-derrapante
      Parte da sola que possui aderência especial ao solo;


    • Talão ou cano
      Parte do corte adjacente à gáspea que se desenvolve no sentido vertical;



    • Tacão
      Parte saliente na zona do calcanhar, que se encontra em contato com o solo.




    • As normas europeias aplicáveis a esta categoria de EPI:
    • EN ISO 20344
      Equipamento de proteção individual - métodos de ensaio para calçado



    • EN ISO 20345
      Equipamento de proteção individual - calçado de segurança


    • EN ISO 20346
      Equipamento de proteção individual - calçado de proteção


    • EN ISO 20347
      Equipamento de proteção individual - calçado de trabalho


  • PROTEÇÃO DO CORPO
      Todo o vestuário de proteção, deverá ser selecionado tendo em conta o seu utilizador e os vários perigos que este está sujeito, durante a sua atividade profissional.

      Para a correta utilização deste EPI, deverá ter-se em atenção o seguinte:
    • O vestuário deve reter o calor, desde que permita o transporte de suor e um arejamento satisfatório para evitar riscos de irritação na pele, inflamações e inclusive dermatoses;




    • Deve ser adquirido em função do tipo ou tipos de risco, tendo sempre em consideração a informação fornecida pelo fabricante;



    • Deve ser escolhido para proteção contra radiaçõe térmicas, vestuário fabricado com tecido de fibras metalizadas, que também pode ser utilizado para proteção a chamas num curto período de tempo;




    • Os fatos de proteção destinados a soldadores devem possuir, na sua constituição fibras ignífugas ou couro resistente ao calor;



    • Em trabalhos de manuseamento de óleos e gordura, aconselha-se o uso de materiais lisos e espessos;


    • Quando expostos a radiações ultravioletas, o vestuário com sinalização fluorescente, perde a capacidade de refletir luz, pelo que é essencial substituir a camada fluorescente, quando esta estiver amarelada;




    • Os fatos de proteção atmosférica, que protegem contra o vento, o frio, a precipitação e humidade, devem ser fabricados com materiais quer permitam passar a humidade de dentro para fora e não de fora para dentro;




    • O vestuário de proteção deve ser utilizado somente no local de trabalho, para evitar contaminação de outros ambientes.



    • As normas europeias aplicáveis a esta categoria de EPI:
    • CE EN 340
      Vestuário de proteção - requisitos gerais


    • CE EN 342
      Vestuário de proteção - conjunto e peças de proteção contra o frio



    • CE EN 343
      Vestuário de proteção - proteção contra a chuva


    • CE EN 381-5
      Vestuário de proteção para utilizadores de moto serra manual - requisitos para protetores de pernas



    • CE EN 381-11
      Vestuário de proteção para utilizadores de moto serra manual - requisitos para protetores superiores de corpo



    • CE EN 468
      Vestuário de proteção contra produtos químicos líquidos - métodos de ensaio. Determinação da resistência à penetração por um líquido pulverizado (ensaio spray)




    • CE EN 469
      Vestuário de proteção para bombeiros - requisitos de desempenho para vestuário de proteção para bombeiros



    • CE EN 471
      Vestuário de sinalização de grande visibilidade para uso profissional - requisitos e métodos de ensaio



    • CE EN 531
      Vestuário de proteção para trabalhadores expostos ao calor (excluindo vestuário para bombeiros e soldadores)



    • CE EN 533
      Vestuário de proteção contra o calor e o fogo - materiais com propagação de chama limitada



    • CE EN 943-1
      Vestuário de proteção contra produtos químicos líquidos e gasosos, incluindo aerossóis líquidos e partículas sólidas - requisitos de desempenho para fatos de proteção química ventilados e não ventilados - estanques ao gás (tipo 1) e não estanques ao gás (tipo 2)






    • CE EN 1149-1
      Vestuário de proteção – propriedades eletrostáticas - método de ensaio para medição da resistividade superficial



    • CE EN ISO 6529
      Vestuário de proteção – proteção contra produtos químicos. Determinação da resistência dos materiais do vestuário de proteção à permeação por líquidos e gases




    • CE EN ISO 6530
      Vestuário de proteção – proteção contra produtos químicos líquidos – métodos de ensaio para determinação da resistência dos materiais à penetração por líquidos




    • CE EN ISO 11611
      Vestuário de proteção para utilização em soldadura e processos afins



    • CE EN ISO 13034
      Vestuário de proteção contra químicos líquidos – requisitos de desempenho para vestuário de proteção aos químicos que oferecem proteção limitada contra os químicos líquidos (equipamento tipo 6 e tipo PB [6])





    • CE EN ISO 13982-1
      Vestuário de proteção para utilização contra as partículas lidas - requisitos de desempenho para vestuário de proteção contra produtos químicos fornecendo proteção a todo o corpo e contra partículas sólidas do ar (vestuário tipo 5)






    • CE EN ISO 14605
      Vestuário de proteção contra líquidos químicos – requisitos exigidos para vestuário cujos elementos de ligação estão estanques a líquidos (tipo 3) e aos pulverizadores (tipo4), incluindo os artigos de vestuário que protegem apenas certas partes do corpo (tipo PB [3] e PB [4])





  • PROTEÇÃO ANTI-QUEDA
      Os sistemas anti-queda comportam diferentes produtos adaptados aos riscos expostos de queda livre, de forma a prevenir as quedas de altura ou os seus efeitos. Devem conter um dispositivo de preensão do corpo e um sistema de ligação que possa ser preso a um ponto de fixação seguro. Devem ainda assegurar, terminada a travagem, uma posição correta do utilizador, que lhe permita, se necessário, ficar à espera de socorros.

      Todo o trabalhador que ande / trabalhe numa altura de 2 metros deverá estar protegido das quedas, através de guarda corpos, redes de proteção ou com um sistema de proteção individual.

      As normas europeias aplicáveis a esta categoria de EPI:
    • CE EN 353-1
      Equipamento de proteção individual para prevenção de quedas em altura – anti-quedas do tipo guiado incluindo um cabo rígido de ancoragem




    • CE EN 353-2
      Equipamento de proteção individual para prevenção de quedas em altura – anti-quedas do tipo guiado incluindo um cabo flexível de ancoragem




    • CE EN 354
      Equipamento de proteção individual para prevenção de quedas em altura – chicotes (cabos curtos)



    • CE EN 355
      Equipamento de proteção individual para prevenção de quedas em altura – absorvedores de energia



    • CE EN 358
      Equipamento de proteção individual de manutenção na posição de trabalho e de prevenção contra quedas em altura - cintos de manutenção e retenção e linhas de manutenção na posição de trabalho





    • CE EN 360
      Equipamento de proteção individual para prevenção de quedas em altura – anti-quedas do tipo retráctil



    • CE EN 361
      Equipamento de proteção individual para prevenção de quedas em altura – arneses anti-quedas



    • CE EN 362
      Equipamento de proteção individual contra quedas de altura - uniões



    • CE EN 363
      Equipamento de proteção individual para prevenção de quedas em altura – sistemas de bloqueio anti-quedas



    • CE EN 364
      Equipamento de proteção individual contra quedas de altura - métodos de ensaio



    • CE EN 365
      Equipamento de proteção individual e outro equipamento de proteção contra quedas em altura – requisitos gerais de utilização, manutenção, exame periódico, reparação, marcação e embalagem





    • CE EN 795
      Proteção contra quedas de altura - dispositivos de amarração, requisitos e ensaios


  • PRIMEIROS SOCORROS
      Em todos os locais de trabalho devem existir estojos de primeiros socorros. O número de estojos de primeiros socorros está dependente da dimensão do local de trabalho, bem como do número de trabalhadores. Os estojos de primeiros socorros devem estar devidamente visíveis e assinalados, devendo ser inspecionados periodicamente de forma a garantir a sua existência e o seu abastecimento.

  • SINALIZAÇÃO
      Sinais de Aviso
      Advertem o indivíduo para um perigo ou um risco suscetível de originar dano ou lesões pessoais e ou danos nas instalações.
      Os sinais de aviso devem obedecer às seguintes características:

    • Forma triangular;

    • Pictograma negro sobre fundo amarelo, que deve cobrir, pelo menos, 50% da superfície do sinal, e uma margem negra.




    • Sinais de Proibição
      Proíbem um determinado comportamento suscetível de colocar em risco a segurança pessoal de um indivíduo.
      Os sinais de proibição devem obedecer às seguintes características:

    • Forma circular;

    • Pictograma negro sobre fundo branco, uma margem e uma faixa em diagonal vermelhas, devendo a cor vermelha ocupar pelo menos, 35% da superfície do sinal e a faixa em diagonal estar inclinada a 45º no sentido descendente, da esquerda para a direita.






    • Sinais de Obrigação
      Impõem um certo comportamento.
      Os sinais de obrigação devem obedecer às seguintes características:

    • Forma circular;

    • Pictograma branco sobre fundo azul, que deve cobrir, pelo menos, 50% da superfície do sinal.



    • Sinais de Emergência
      Indicam as saídas de emergência, o caminho para o posto de socorro ou o local onde existem dispositivos de salvamento.
      Os sinais de emergência devem obedecer às seguintes características:

    • Forma rectangular ou quadrada;

    • Pictograma negro sobre fundo verde, que deve cobrir, pelo menos, 50% da superfície do sinal.



    • Sinais de Combate a Incêndios
      Indicam, em caso de incêndio, a localização dos equipamentos de combate a incêndio à disposição do trabalhador.
      Os sinais de combate a incêndios devem obedecer às seguintes características:

    • Forma rectangular ou quadrada;

    • Pictograma negro sobre fundo vermelho, que deve cobrir, pelo menos, 50% da superfície do sinal.



    • Sinais de Obstáculos e Locais Perigosos
      Localizados em locais perigosos que tenham potencial para causar acidente (vãos, buracos, desníveis, etc), este tipo de sinalização é efetuada por intermédio de faixas de cor vermelho e branco ou amarelo e negro, alternadas com superfícies sensivelmente iguais e uma inclinação de 45º, que circundam a totalidade do obstáculo ou local perigoso.



Twitter Facebook LinkedIn
GRUPO NETT Logo© GRUPO NETT 2012 | INFORMAÇÃO LEGAL